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ACESSORIOS MEDIEVAIS

PLUMAS PARA CALIGRAFIA

(Quill Pens - Com pena metálica)

As plumas foram instrumento de escritura comuns nos tempos medievais.
Foi o instrumento de escritura que dominou durante o maior período na historia, quase 1300 anos. Obtinha-se da parte externa do aza da ave.
As primeiras referenciam de ponta de metal datam no século XV, porem se suponde que os romanos já utilizavam as pontas de bronze. As pontas de metal tiveram seu maior auge no século XIX construída e patenteada pelo inglês Bryan Donkin em 1803.


Para sua confecção utilizamos penas de metal para caligrafia importadas de Inglaterra ou Alemanha.

 



Medidas: Entre 20 y 40 cm, com ponta de metal Perry & Co (London). Consulte por outras penas. As plumas estão feitas com plumas de ganso, faisão, cisne, corvo, falcão, peru, entre outras. Todas sujeitas a disponibilidade.

Obs. Todas nossas peças estão feitas com aves de criação, não utilizamos aves de caça, pelo qual nenhuma ave foi abatida.

 

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PLUMAS ESTILOGRAFICAS

(Quill Pens - Com pena de cálamo)

As plumas foram instrumento de escritura comuns nos tempos medievais.
Foi o instrumento de escritura que dominou durante o maior período na historia, quase 1300 anos. Obtinha-se da parte externa do aza da ave.


 

 

 

 

 

 

 

 

 



Medidas: Entre 20 y 40 cm, As plumas estão feitas com plumas de ganso, faisão, cisne, corvo, falcão, peru, entre outras. Todas sujeitas a disponibilidade.

Obs. Todas nossas peças estão feitas com aves de criação, não utilizamos aves de caça, pelo qual nenhuma ave foi abatida.

 

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CALAMO DE BAMBU

As primeiras escrituras duradouras se realizavam sob papiro, com um bambu submergido em tinta. A medida que foram evolucionando as superfícies para escrever também evolucionaram os elementos de escritura, indo desde o bambu, ao cálamo de ave e logo à pluma com pena de acero.
 

Medidas: 15 a 20 cm.
 

 

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RUNAS VIKINGAS

As runas surgiram há mais de 3 mil anos, foi o alfabeto primitivo dos povos germânicos. Conhecidas originalmente como o Futharc (as primeiras letras do alfabeto). Seu uso se estendeu do norte e oeste chegando a os povos da península escandinava e celta da Grã-Bretanha. Comenta-se que as runas chegaram a os homens da mão do deus Odin (deus nórdico), quem tinha o poder de adivinhar o futuro.

A arte da magia runica era praticada assiduamente por os seguidores de Odin, entre os quais se contavam magos, adivinhos e feiticeiros.

A palavra Runa deriva de runar que significa sinal mágica, e no antigo germânico runa quer dizer sussurrar e segredo.
 

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